vida de instantes

Dois tolocos de bosta estavam conversando em plena privada, em ponto de serem sugados:
· Que fedor marronzinho.
· É mesmo neguinho, este cara esta ruim da barriga.
· Olha só, um amigo nosso vindo ai.
· É mesmo, o buraco está se abrindo.
· Rápido, rápido vamos para beirada.
· Pra mim não dá, vai você.
· Tlulululuc.
Um toloco de bosta caiu por cima do outro.
· Onde você está neguinho?
· Estou aqui marronzinho. O novato me atingiu me dividindo em dois.
· Foi mau neguinho, nem lhe reconheci.
· Besteira marronzinho, não precisa se preocupar, daqui apouco vamos ser sugados mesmo.
· E nós vamos para onde?
· Olha só neguinho, sua outra metade conversando com nós.
· É mesmo!
· Sim, mas vamos para onde mesmo?
· Eu acho que vamos para um rio ou sei lá, um esgoto.
· Neguinho e onde será que está o nosso amigo? Você sabe o nome dele?
· Meu nome é diarréia, mas me chamam de caganeira.
· Olhem para cima aquela coisa branca que vem e vai toda hora.
· O que é aquilo neguinho?
· Não sei marronzinho, mas deve está na hora.
· Na hora de que?
· Na hora de sermos sugados caganeira. Você não estava aqui quando falei sobre isso?
· Não. Eu ainda estava mergulhando.
· Olha só, luz, luz.
· Estamos salvos.
· Não meia-metade, vamos ser tragados agora. Foi bom ter conhecido vocês.
· Isso é um adeus neguinho? Nós vamos nos separar?
· Eu acho que sim meia-metade.
Tchooooooooo.

1 comentários:

raul sidarta 6 de junho de 2009 às 16:40  

huahuahua, só você mesmo!

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