Estava um casal de namorados discutindo o porquê de ela não ir viajar acompanhada de seu colega gay.
- Ô meu bem, eu já te falei sobre o fim de semana que vem?
- Não to lembrado não neguinha, mas diga o que você quer.
- Veja só.
- Sim.
- Vai ter um seminário de lá da escola.
- E tem o que?
- O seminário é em outra cidade e conta ponto para nota final.
- Pode ir minha querida.
- Mas tem um pequeno detalhe.
Ainda muito paciente, perguntou:
- Foi o que?
- Os alunos que vão, ficarão em uma escola publica, eu já até pedir a barraca emprestada do meu amigo do trabalho.
- Eu não estou te entendendo, pois nunca lhe proibir de fazer essas coisas de escola, pelo contrario, sempre te incentivei.
- Mas é que Sandro não conseguiu uma barraca para ele dormir, aí nós pensamos em dividirmos a...
Rapidamente ele se estressou e a interrompeu:
- Você não vai mais não.
Com uma cara de assustada e também se fazendo de besta, falou:
- Oche! Mas você já tinha liberado.
- Mas não vai mais não.
- Larga de besteira rapaz.
- Nem comece que você não vai.
- Que besteira é essa? Você sabe que ele é gay.
- Uma porra! Antes de ser isso, ele nasceu homem.
- E se eu for reprovada?
- O azar é seu.
- E se eu for ficar sozinha na barraca?
- Hahahahahahahahahahaha.
Depois de uma risada muito da irônica, continuou ele a falar:
- E o trouxa aqui, vai acreditar. Sabe de uma? Não sou pai de ninguém, se você quer ir, vá, mas não precisa mais voltar aqui.
Terminaram a discussão, ambos indo para suas casas.
No outro dia, ela acordou, se arrumou e foi trabalhar. Não demorou muito e chegou ao seu local de trabalho, vendo logo de cara o seu amigo que tinha lhe emprestado a barraca:
- Oi José.
- Oi. Já está aqui a barraca.
- Obrigada, mas não vou mais não.
- Por quê?
- Meu namorado ta com besteira, tava lá, insinuando que eu ia trocá-lo por um viado.
- Hahahahahahahahahaha.
Depois de uma gargalhada e ainda sorridente falou deixando-a mal-morada:
- Ta vendo aí? Eu te falei sua doida que ele não ia deixa, pois eu também não deixaria minha mulher dormir em uma barraca com sei lá o que.
Com seu colega não
TUDO POR UMA MOBILET
Um certo dia dos anos 90, o pai de José que tinha 14 anos, lhe fez uma proposta, que se ele passa-se na prova ele iria lhe dar uma mobilet, pois feito. Isso era uma quinta-feira e o fim de semana chegando, logo se esqueceu da sua prova de segunda-feira. Passou sexta-feira, sábado se divertindo e só se lembrou da prova no domingo à noite, sabia ele que não iria conseguir estudar, pois não era seu ‘forte’, como sempre fazia deixou tudo para o ultimo momento.
Amanheceu. José estava um pouco nervoso, pois era uma mobilet que estava em jogo e ele não queria perdê-la, tomou banho, se vestiu, escovou os dentes e foi em direção à escola.
Chegando lá, a professora foi direta pegando as provas e entregando á cada aluno, chegando à vez de José as lagrimas rolaram, parecia ser uma coisa real (verdadeira), a professora ficou desesperada e perguntou:
- O que está acontecendo? Por que está chorando?
José já em soluços, falou:
- Minha avó morreu e meu avô ficou sem as pernas.
A professora ficou com lagrimas nos olhos e perguntou:
- Como foi isso?
- Foi ontem, num acidente de carro.
A cada palavra que José falava, a cada momento que passava, era o jeito que ela falava deixava todos comovidos e neste dia, a sua professora chorou com ele, os alunos foram liberados mais sedo. José estudou e dois dias depois passou na prova, mostrou a prova ao pai e restavam 15 dias para ganhar sua linda bobilet, mais problemas vieram. Reunião dos pais que era uma vez por mês faltando apenas uma semana e alguns dias para José ganhar sua esperada mobilet.
Já era noite, estava a mãe de José indo para reunião dos pais.
Chegando lá a professora de José lhe perguntou:
Como está a senhora?
Estou bem.
Sem por que e nem pra que, a professora lhe fez outra pergunta:
A senhora está melhor?
A mãe de José achou estranho e perguntou?
Eu não estou te entendendo?
A professora não entendeu mais nada e resolveu ser direta:
Seus pais não sofreram um acidente de carro?
A mãe de José tomou um choque com as palavras da professora e a pequena mentira de José foi descoberta.
Ao chegar a sua casa, sua mãe estava nervosa, contou a historia para o pai de José, em seguida “o pau quebrou”.
NAMORO ANTIGO
Por volta de umas 7:00 da noite em uma sexta-feira qualquer, estava José caminhando pela rua ainda próximo a sua casa em destino a casa de sua namorada, quando passou por perto de uma casa de show, com uma fila enorme na porta, cheia de mulheres bonitas e arrumadas, chega seus olhos brilhavam com tamanha vontade de estar lá, mas continuou andando em direção ao seu destino, até que escutou uns psius, e:
- Gostoso!
- Vem para festa que está faltando homem.
Ele parou, olhou para elas e sorriu; foi aí que pensou em ir para festa com sua namorada, pois já estava arrumado e com dinheiro, só dependia da vontade dela. Continuou andando, entrou em outra rua e mais mulheres do tipo, indo para festa, as ruas de seu bairro estavam tão floridas de mulheres e isso não era comum por lá, que até tinha estranhado. Deste mesmo jeito passou por sete quarteirões e chegou à casa de sua namorada feliz da vida, pois sabia ele que estava sozinha, os pais dela tinham viajado para praia e só retornariam no domingo.
Estando na frente da casa dela, que estava às escuras, próximo ao portão, tocou a sirene e em menos de um minuto viu pelas gretas do portão a porta se abrir e com isso seu tezão ir para casa da porra. Vinha ela com a sandália do pai que mais parecia uma prancha em seus pés, também com um chorte tipo masculino todo folgado que só não ficava caindo por causa que tinha dobrado na cintura e para desgraçar de vez com sua visão do inferno, usava como camisa, um pedaço de camisola toda furada, pelo menos foi o que ele achou que era. Abriu o portão e falou abrindo a boca como se estiver-se com sono.
De frente para ela, com aquele cabelo nas alturas e baba no canto da boca, já sabia que estava dormindo, lhe deu um beijo no rosto e foi entrando na casa.
Após entrar, sentaram no sofá e ele lhe fez uma pergunta:
- Vamos para festa?
- Não quero não.
- Então vamos da uma volta ou ir a uma lanchonete.
- Também não quero não, vai lá você e compra alguma coisa para agente comer aqui.
Ficou ele muito irritado com a situação e resmungou:
- Que porra! Você não que fazer nada, ta parecendo uma velha de 70 anos.
- É que hoje não estou a fim de sair.
- Na semana passada você estava desse mesmo jeito e também não queria sair.
Ela também se estressou e perguntou agressivamente:
- Desse jeito como?
Ironicamente respondeu sorrindo.
- Assim! Parecendo uma princesa de conto de fadas, depois da meia-noite.