José e Danilo estavam caminhados pelas ruas de seu bairro em destino a padaria, quando passaram pela praça e avistaram três mulheres; uma gorda, uma do cabelo duro e uma morena bonitinha que se destacava entre elas, foi aí que Danilo falou:
- Olha lá na praça, aquela gorda ti olhando. Hahahahahahahahah!
Na mesma hora José retrucou:
- E aquela “bola de fogo” (mulher feia) do cabelo duro e óculos fundo de garrafa ti olhando também. Hahahahahahahah!
- Ô porra! Olha aquela ali, ta salvando o trio.
- É mesmo Danilo, da até para levar no shopping.
- Hahahahahahahahahahaha!
Ficaram os dois dando gaitadas e continuaram andando. Uns dois minutos depois, chegaram à padaria, compraram o pão e retornaram pelo mesmo lugar. Passando novamente pela praça, mas não deixando de olhar para o trio e por isso escutaram um psiu:
- Vixe José! Olha elas chamando agente. Vamos lá.
- Não. Deixe-as virem.
Mesmo assim Danilo as chamou com as mãos e ficaram parados esperando por elas, mas não muito, pois logo chegaram. Sendo que a mais feia sempre é a mais atirada, foi assim, a primeira a falar:
- Boa noite.
- Boa.
- Vocês são de onde?
- Daqui do bairro. E vocês?
- Daqui também.
Elas se apresentaram beijando-os no rosto, em seguida eles também, ficaram Danilo e a mais feia falando por todos, pois os outros mais respondiam do que perguntavam, foi aí que ficou aquele momento de silencio e a mais feia de um jeito que parecia estar se convidando, perguntou:
- E aí. Vocês vão para festa amanhã?
- Se vocês forem, nós vamos também.
Falando do jeito que queriam escutar, as deixou com um sorriso no rosto, mas tiveram que se despedir, pois ainda estavam com uma sacola de pão nas mãos e o dito pelo não dito, só bastavam se encontrar na festa que iria rolar alguma coisa.
Continuaram a caminharem calados em destino as suas casas, mas só bastou virar a esquina para começarem a falar:
- Porra! Aquela morena é gostosinha.
- É a única que se salva ali. Você podia ficar com uma e eu com ela amanhã na festa.
- Sai fora! Fica você com a gorda ou com a outra “bola de fogo” e eu com a gostosinha.
- Hahahahahahahahaha! É bem capaz de se eu ver as duas a sós na festa, fingir que não as vi.
Papo vai, papo vem, cada qual chegou em suas casas.
No outro dia, já na hora de ir à festa, ambos na porta da casa de José, com Danilo mais ansioso do que tudo, algo inesperado aconteceu. Uma dor de barriga, que fez Danilo suar frio e caminhar lentamente sem falar nenhuma palavra de onde estava para a sua casa que era duas casas ao lado. José estranhou, lhe perguntou o que tinha acontecido e o seguiu vendo mais adiante uma tragédia; Danilo tentando abrir o portão de sua casa e a merda escorrendo por suas pernas:
- Hahahahahahahahahahaha!
Depois de chorar de tanto rir da cara de Danilo, falou se despedindo de seu amigo que estava de caganeira:
- Sinto muito.
E algumas horas depois Danilo na janela de sua casa ver José voltando da festa com quem ele achava que iria ficar e ainda teve que atura-lo gritando em sua porta:
- Ô cagão, ô cagão, ô cagão.
mais que cagada
Com seu colega não
Estava um casal de namorados discutindo o porquê de ela não ir viajar acompanhada de seu colega gay.
- Ô meu bem, eu já te falei sobre o fim de semana que vem?
- Não to lembrado não neguinha, mas diga o que você quer.
- Veja só.
- Sim.
- Vai ter um seminário de lá da escola.
- E tem o que?
- O seminário é em outra cidade e conta ponto para nota final.
- Pode ir minha querida.
- Mas tem um pequeno detalhe.
Ainda muito paciente, perguntou:
- Foi o que?
- Os alunos que vão, ficarão em uma escola publica, eu já até pedir a barraca emprestada do meu amigo do trabalho.
- Eu não estou te entendendo, pois nunca lhe proibir de fazer essas coisas de escola, pelo contrario, sempre te incentivei.
- Mas é que Sandro não conseguiu uma barraca para ele dormir, aí nós pensamos em dividirmos a...
Rapidamente ele se estressou e a interrompeu:
- Você não vai mais não.
Com uma cara de assustada e também se fazendo de besta, falou:
- Oche! Mas você já tinha liberado.
- Mas não vai mais não.
- Larga de besteira rapaz.
- Nem comece que você não vai.
- Que besteira é essa? Você sabe que ele é gay.
- Uma porra! Antes de ser isso, ele nasceu homem.
- E se eu for reprovada?
- O azar é seu.
- E se eu for ficar sozinha na barraca?
- Hahahahahahahahahahaha.
Depois de uma risada muito da irônica, continuou ele a falar:
- E o trouxa aqui, vai acreditar. Sabe de uma? Não sou pai de ninguém, se você quer ir, vá, mas não precisa mais voltar aqui.
Terminaram a discussão, ambos indo para suas casas.
No outro dia, ela acordou, se arrumou e foi trabalhar. Não demorou muito e chegou ao seu local de trabalho, vendo logo de cara o seu amigo que tinha lhe emprestado a barraca:
- Oi José.
- Oi. Já está aqui a barraca.
- Obrigada, mas não vou mais não.
- Por quê?
- Meu namorado ta com besteira, tava lá, insinuando que eu ia trocá-lo por um viado.
- Hahahahahahahahahaha.
Depois de uma gargalhada e ainda sorridente falou deixando-a mal-morada:
- Ta vendo aí? Eu te falei sua doida que ele não ia deixa, pois eu também não deixaria minha mulher dormir em uma barraca com sei lá o que.
TUDO POR UMA MOBILET
Um certo dia dos anos 90, o pai de José que tinha 14 anos, lhe fez uma proposta, que se ele passa-se na prova ele iria lhe dar uma mobilet, pois feito. Isso era uma quinta-feira e o fim de semana chegando, logo se esqueceu da sua prova de segunda-feira. Passou sexta-feira, sábado se divertindo e só se lembrou da prova no domingo à noite, sabia ele que não iria conseguir estudar, pois não era seu ‘forte’, como sempre fazia deixou tudo para o ultimo momento.
Amanheceu. José estava um pouco nervoso, pois era uma mobilet que estava em jogo e ele não queria perdê-la, tomou banho, se vestiu, escovou os dentes e foi em direção à escola.
Chegando lá, a professora foi direta pegando as provas e entregando á cada aluno, chegando à vez de José as lagrimas rolaram, parecia ser uma coisa real (verdadeira), a professora ficou desesperada e perguntou:
- O que está acontecendo? Por que está chorando?
José já em soluços, falou:
- Minha avó morreu e meu avô ficou sem as pernas.
A professora ficou com lagrimas nos olhos e perguntou:
- Como foi isso?
- Foi ontem, num acidente de carro.
A cada palavra que José falava, a cada momento que passava, era o jeito que ela falava deixava todos comovidos e neste dia, a sua professora chorou com ele, os alunos foram liberados mais sedo. José estudou e dois dias depois passou na prova, mostrou a prova ao pai e restavam 15 dias para ganhar sua linda bobilet, mais problemas vieram. Reunião dos pais que era uma vez por mês faltando apenas uma semana e alguns dias para José ganhar sua esperada mobilet.
Já era noite, estava a mãe de José indo para reunião dos pais.
Chegando lá a professora de José lhe perguntou:
Como está a senhora?
Estou bem.
Sem por que e nem pra que, a professora lhe fez outra pergunta:
A senhora está melhor?
A mãe de José achou estranho e perguntou?
Eu não estou te entendendo?
A professora não entendeu mais nada e resolveu ser direta:
Seus pais não sofreram um acidente de carro?
A mãe de José tomou um choque com as palavras da professora e a pequena mentira de José foi descoberta.
Ao chegar a sua casa, sua mãe estava nervosa, contou a historia para o pai de José, em seguida “o pau quebrou”.
NAMORO ANTIGO
Por volta de umas 7:00 da noite em uma sexta-feira qualquer, estava José caminhando pela rua ainda próximo a sua casa em destino a casa de sua namorada, quando passou por perto de uma casa de show, com uma fila enorme na porta, cheia de mulheres bonitas e arrumadas, chega seus olhos brilhavam com tamanha vontade de estar lá, mas continuou andando em direção ao seu destino, até que escutou uns psius, e:
- Gostoso!
- Vem para festa que está faltando homem.
Ele parou, olhou para elas e sorriu; foi aí que pensou em ir para festa com sua namorada, pois já estava arrumado e com dinheiro, só dependia da vontade dela. Continuou andando, entrou em outra rua e mais mulheres do tipo, indo para festa, as ruas de seu bairro estavam tão floridas de mulheres e isso não era comum por lá, que até tinha estranhado. Deste mesmo jeito passou por sete quarteirões e chegou à casa de sua namorada feliz da vida, pois sabia ele que estava sozinha, os pais dela tinham viajado para praia e só retornariam no domingo.
Estando na frente da casa dela, que estava às escuras, próximo ao portão, tocou a sirene e em menos de um minuto viu pelas gretas do portão a porta se abrir e com isso seu tezão ir para casa da porra. Vinha ela com a sandália do pai que mais parecia uma prancha em seus pés, também com um chorte tipo masculino todo folgado que só não ficava caindo por causa que tinha dobrado na cintura e para desgraçar de vez com sua visão do inferno, usava como camisa, um pedaço de camisola toda furada, pelo menos foi o que ele achou que era. Abriu o portão e falou abrindo a boca como se estiver-se com sono.
De frente para ela, com aquele cabelo nas alturas e baba no canto da boca, já sabia que estava dormindo, lhe deu um beijo no rosto e foi entrando na casa.
Após entrar, sentaram no sofá e ele lhe fez uma pergunta:
- Vamos para festa?
- Não quero não.
- Então vamos da uma volta ou ir a uma lanchonete.
- Também não quero não, vai lá você e compra alguma coisa para agente comer aqui.
Ficou ele muito irritado com a situação e resmungou:
- Que porra! Você não que fazer nada, ta parecendo uma velha de 70 anos.
- É que hoje não estou a fim de sair.
- Na semana passada você estava desse mesmo jeito e também não queria sair.
Ela também se estressou e perguntou agressivamente:
- Desse jeito como?
Ironicamente respondeu sorrindo.
- Assim! Parecendo uma princesa de conto de fadas, depois da meia-noite.
Aos 30
Uma mulher estava saindo do seu trabalho por volta das 17:00 pegando o mesmo ônibus de todos os dias e como de costume parando sempre em um ponto antes da sua casa, só para comer um pastel com refrigerante na barraquinha da feira, mas o tempo é um inimigo das pessoas e ela estava nesta rotina a muito tempo e já aos seus 30 anos ela ainda se achava que estava no alto da forma, mas não fazia esforço algum para o que ela achava fosse real, pois sem perceber já estava virando um bagaço.
Ao meio de um pastel tipo big, que nem cabia em suas mãos, lotado de katshup e maionese que a cada mordida se lambuzava toda, sempre com aquele mini-guardanapo vagabundo tipo papel reciclado que em vez de tirar, só fazia espalhar mais o katshup e a maionese do canto da boca, também com pingos de óleo em sua camisa que fazia parte do famoso pastel oleoso da barraquinha da feira, foi aí que seu amigo de muitos anos a avistou, parou em sua frente e falou:
- E aí minha querida, nuca mais lhe vi.
- É. Estou um pouco sem tempo e o resto do tempo (fim de semana), eu fico com José (namorado).
- A galera ta querendo ir para praia nesse fim de semana. Vocês querem ir?
- Claro que quero, só falta saber se José vai querer ir.
- Então fale com ele e se forem, compre um maiô pra usar..
Sorrindo ele estava, mas logo ficou sem graça, pois ela tinha fechado a cara.
- Se olha garoto, porque você não está falando com uma gorda não.
Após resmungar, ela simplesmente saiu retada da vida, dizia ela que não iria para porra de praia nenhuma.
Chegou a sua casa com nervos a flor da pele e seu namorado já estava lá, pois tinha marcado se encontrar neste mesmo horário. Contou a historia bem do jeito que queria, mas sabia ele que ela sempre aumentava os acontecimentos, foi aí que falou:
- Eu te falei que você estava comendo muito.
Nervosa ela já estava e com sua resposta ficou mais agitada, sem nem raciocinar direito, aos berros retrucou:
- Eu não lhe perguntei nada e vá para merda antes que eu esqueça.
- Ô minha princesa, eu estava brincando com você.
- Você sabe que eu não gosto desse tipo de brincadeira que aquela idiota fez e que você confirmou.
Ao mesmo tempo em que se desculpava e tentava amenizar a situação que ele mesmo piorou, também a olhava e pensava como sua princesa tinha virado um bagaço.
Briga de namorados termina em...
Estava José sentado na porta de sua casa esperando sua namorada gordinha que só fazia reclamar da vida, quando já estava ficando impaciente por tanto esperar ela apareceu na esquina. Vindo de um jeito que parecia estar pisando em ovos em um passeio totalmente irregular (cheio de altos e baixos, com buracos por todos os lados), foi aí que sua namorada tomou uma topada:
- Que porra!
Rapidamente levantou meio que assustado, mas logo em seguida deu uma gargalhada. Sua namorada ficou com raiva e com a cara fechada continuou andando, passou por ele apenas falando uma palavra:
- Licença.
Ela entrou na casa, ele esperou um pouco, pois ainda estava com um sorriso de quem continuava mangando dela. Logo em seguida entrou na casa e depois em seu quarto, olhou para ela que estava de cabeça baixa, com uma cara de choro futucando o dedo que estava sangrando um pouco, sentou do seu lado lhe abraçando e meio sorridente falou carinhosamente:
- Machucou o dedo neguinha?
- Saia daqui José, saia daqui José.
- Espera. Deixa eu ver o seu dedo.
- Você não vai ver não.
José continuou insistindo para ver o dedo. Com isto ela ficou com mais raiva do que estava e o empurrou com força, por fim, ele caiu da cama, mas não perdeu tempo e falou zombando da cara dela:
- Nem para perder o dedo sua gorda.
Ela levantou-se, passou por ele que ainda estava ao chão e foi saindo do quarto:
- Você vai para onde?
- Eu vou embora.
Depois de uns dois minutos que ela saiu do quarto, José se levantou e foi ver se sua namorada realmente tinha ido embora, mas não deixou de pensar sobre ela:
- Mulher é um bicho presepe ira.
Foi para porta de casa e viu que ela estava na varanda, sentada no chão toda encolhida com uma cara de choro que já estava até cafungando o nariz. Como para ele mulher chorando era que nem o calcanhar de Aquilis, ele lhe pediu desculpa e apegou no colo levando-a para o quarto e terminando a briga em sexo.
Um tempo depois, ambos deitados na cama, como de costume deste casal, ela sempre ficando no meio do colchão e ele deitado de ladinho todo sem jeito no canto da parede, foi então que ela falou sussurrando em seu ouvido:
- Olha aí o meu dedo meu bem.
- Não.
...
Apertadinho nem sempre é bom
Uma simples garota “fofinha” estava entrando no ônibus lotado que iria te levar ao seu trabalho, quando um garoto de lá do fundo gritou:
- Motorista. Essa aí não da para passar não.
Muitas pessoas que estavam no ônibus deram risadas da gorda lhe deixando constrangida, mesmo assim ela continuou andando com uma cara que mais parecia um bicho.
Passando pelas pessoas empurrando-as mais do que tudo, escutou uns cochichos:
- É vem à gorda.
Não tendo mais como passar por causa do seu excesso de gordura, ela parou. Passou uns 10 minutos e a poltrona a sua frente ficou vaga, com sua ganância para que outra pessoa não ocupasse a poltrona, rapidamente sentou apertando um garoto magrinho contra a parede do ônibus. Sem olhar para ela, pensou:
- Que porra! Essa gorda vem sentar logo do meu lado.
Passou um tempo e ela ainda sentada ocupando o seu lugar e boa parte da sua bunda ocupando o espaço do garoto que estava espremido do seu lado, foi aí que o garoto resolveu descer do ônibus. Levantou-se e falou com ela:
- Vou descer no próximo ponto.
Falando de um jeito, tipo querendo perguntar se ela não iria lhe dar espaço para sua passagem, foi aí que ela também levantou e foi para o corredor apertando as pessoas que estavam por lá. Pois com seu grande volume de massa não tinha como ele passar, logo o garoto saiu e ela voltou a se sentar ficando a sós.
Uns 12 minutos depois, próximo ao seu destino a gorda levantou-se oi espremendo todos em sua volta, até que novamente gritaram de lá do fundo:
- É vem a gorda.
Todo deram risadas, uns até deram gaitadas e ela estando no meio do ônibus e não vendo quem falou, resmungou de cá.
- Palhaço!
Logo depois o ônibus deu uma brecada desequilibrando as pessoas que tentavam se segurar umas nas outras, com isto o mesmo rapaz falou zombando da gorda que estava mal morada:
- Calma motorista, calma motorista, quase me esmagaram aqui.
A gorda ficou mais nervosa do que estava, mas de sua boca não saiu nenhuma palavra, continuou andando em direção a porta do ônibus e puxou a sirene sempre olhando para o fundo, mas nem desconfiando quem seria.
O ônibus parou e ela desceu, mas tendo que escutar mais uma coisa.
- Vai para onde ____________?
(seu nome gordinha)
Vida de punheteiro
Estava tocando uma quando começou a lembrar de como tudo começou.
Tinha 14 anos, estava atrasado em relação aos garotos a quem conhecia, todos contavam o quanto era bom, uns já estavam até trepando e é claro que estes garotos faziam gozações com os amigos donzelos, ao chegarem em José perguntavam:
· Ô José, você já comeu alguém?
O garoto que nem nunca tinha batido uma punheta em intenção de uma mulher respondeu:
· Já! A minha prima.
Então continuavam a perguntar, todos desconfiados:
· E como foi?
José começou a ficar nervoso e respondia:
· Ah! Foi aqui em casa, ela estava de calcinha, só eu e ela, imaginei que ela queria me provocar, então tirei a roupa e agarrei ela.
Desta mesma forma ele contava a todos para que não descobrissem sua mentira, se perguntassem detalhes ele falava o que tinha escutado dos colegas mais velhos.
Um certo dia de tempo quente que começou tudo. Estava na casa de sua vizinha jogando vídeo game, quando olhou para ela que estava ao seu lado de vestido rosa, sentada com as pernas cruzadas quando seus olhos foram diretamente em sua calcinha branca de bichinhos que estava amostra, o tempo todo olhava para calcinha e começou a olha-la como mulher e não mais como amiga, olhava também para seus pequenos seios que estavam se desenvolvendo rapidamente; então resolveu ir para casa começar sua historia.
Já de pau duro foi para o banheiro, lá bolou a historia sobre sua vizinha, já na ponta dos pés, com as pernas dando cãibra de tão esticadas que estavam a alegria veio; depois disto não parou mais. Após um ano que já tinha comido as mulheres da sua cidade, todas na punheta, teve sua primeira relação sexual.
vida de instantes
Dois tolocos de bosta estavam conversando em plena privada, em ponto de serem sugados:
· Que fedor marronzinho.
· É mesmo neguinho, este cara esta ruim da barriga.
· Olha só, um amigo nosso vindo ai.
· É mesmo, o buraco está se abrindo.
· Rápido, rápido vamos para beirada.
· Pra mim não dá, vai você.
· Tlulululuc.
Um toloco de bosta caiu por cima do outro.
· Onde você está neguinho?
· Estou aqui marronzinho. O novato me atingiu me dividindo em dois.
· Foi mau neguinho, nem lhe reconheci.
· Besteira marronzinho, não precisa se preocupar, daqui apouco vamos ser sugados mesmo.
· E nós vamos para onde?
· Olha só neguinho, sua outra metade conversando com nós.
· É mesmo!
· Sim, mas vamos para onde mesmo?
· Eu acho que vamos para um rio ou sei lá, um esgoto.
· Neguinho e onde será que está o nosso amigo? Você sabe o nome dele?
· Meu nome é diarréia, mas me chamam de caganeira.
· Olhem para cima aquela coisa branca que vem e vai toda hora.
· O que é aquilo neguinho?
· Não sei marronzinho, mas deve está na hora.
· Na hora de que?
· Na hora de sermos sugados caganeira. Você não estava aqui quando falei sobre isso?
· Não. Eu ainda estava mergulhando.
· Olha só, luz, luz.
· Estamos salvos.
· Não meia-metade, vamos ser tragados agora. Foi bom ter conhecido vocês.
· Isso é um adeus neguinho? Nós vamos nos separar?
· Eu acho que sim meia-metade.
Tchooooooooo.
Na cama da mãe
Na espera ansiosa pelo seu namorado, ela escuta a sirene de sua casa tocar:
· É ele!
Dirigiu-se rapidamente a porta e abriu, com ele já fazendo perguntas:
· Seus pais estão em casa?
· Não.
De sua resposta nasceu um sorriso, mas com o complemento um desanimo profundo:
· Mas Pedro ta ai.
Fazer o que? Ali é que eles não iriam ficar. Desanimados entraram na casa e José perguntou fazendo sua graça:
· Seu irmão não tem o que fazer não é?
· Meu pai o deixou de vigia.
Ficaram os dois dando risadas e pensando como fazer. Ambos na sala ditos por eles que estavam assistindo televisão e o tal fulano passando para lá e para cá. Em fim por muito tempo ele se trancafiou no quarto, por isso a vontade crescia a cada momento e ficando cada vez mais incontrolável.
O tempo passou e Pedro pegou no sono, com José logo falando:
· Vamos.
· Mais aonde?
· Lá nos fundos.
· Não. Vamos ao quarto de minha mãe.
· Ta certa.
Em fim a sós, fazendo o que mais queriam. Quando a sirene tocou, Pedro acordou, o nervosismo subiu pra cabeça, com isto a bermuda não passava dos joelhos:
· Vamos pra onde?
· Para sala.
· Pedro esta por lá.
· Vamos para os fundos.
· Por onde?
· Pela janela.
Então pularam a janela ficando encurralados contra parede, pois as luzes estavam apagadas e o feroz cachorro de Pedro estava solto. Sem esperar, as luzes acenderam, era sua mãe olhando para eles e perguntando:
· O que foi?
Em seguida, assustados falaram:
· Am!
...
Para onde ir?
Estava sentado em frente do computado pensando para onde ir, quando de suas idéias fracassadas surgiu algo para fazer. Levantou-se de onde estava sentado, dirigiu-se a porta abrindo-a em seguida, olhou o movimento da rua e falou:
· Que porra! Não tem nada pra fazer.
Calou-se por dois minutos ainda olhando para rua, pensou:
· Vou para onde hoje? O que eu vou fazer?
Voltou para dentro de casa, ligou a tv e viu que não tinha nada de interessante na programação da tv. Agoniado estava, pois queria sair de sua rotina diária, saiu de frente da tv, deu duas voltas na sala e foi para o banheiro tomar banho para ver se relaxava. Passados três minutos que já estava no seu banho, o chuveiro começou a soltar faíscas e em seguida fumaçou, desligou o chuveiro, saiu rapidamente do banheiro sem nem ter terminado de tomar seu banho direito, colocou a roupa e saiu de casa resmungando:
· Que porra!
Estava andando para onde nem ele mesmo sabia, pegou o celular que estava em seu bolso e ligou para namorada:
· Alô!
· Quem é?
· É José. Sua mãe esta ai?
· É o que, que você quer com ela?
· Nada não.
· E ai.
· To indo ai.
· Ta certo.
· Tchau.
· Tchau.
Desligou o celular e foi para casa dela.
Chegando lá, perguntou:
· Fez o que hoje?
· Nada de mais, só assisti televisão o dia todo. E você?
· Estava o dia todo procurando o que fazer.
· Há.
· Vamos dar uma volta.
· Eu não quero, estou a fim de ficar em casa.
José olhou para ela retado e falou:
· Sua ranzinza.
· Seu ignorante.
· Tchau.
· Espera ai.
· Não.
· Então vá pra porra.
· Vá você.
Brigados estavam, brigados ficaram.
José saiu mais retado do que chegou e pensou:
· Vou para casa.
Chegando na sua casa, já era noite. No intuito de assistir tv, tentou ligar a luz e ela não acendeu.
· Porcaria queimada.
Em seguida tentou ligar a tv, também não dando resultado:
· Que porra. Hoje nada deu certo.
Calou-se e foi dormir irritado.