Estava José sentado na porta de sua casa esperando sua namorada gordinha que só fazia reclamar da vida, quando já estava ficando impaciente por tanto esperar ela apareceu na esquina. Vindo de um jeito que parecia estar pisando em ovos em um passeio totalmente irregular (cheio de altos e baixos, com buracos por todos os lados), foi aí que sua namorada tomou uma topada:
- Que porra!
Rapidamente levantou meio que assustado, mas logo em seguida deu uma gargalhada. Sua namorada ficou com raiva e com a cara fechada continuou andando, passou por ele apenas falando uma palavra:
- Licença.
Ela entrou na casa, ele esperou um pouco, pois ainda estava com um sorriso de quem continuava mangando dela. Logo em seguida entrou na casa e depois em seu quarto, olhou para ela que estava de cabeça baixa, com uma cara de choro futucando o dedo que estava sangrando um pouco, sentou do seu lado lhe abraçando e meio sorridente falou carinhosamente:
- Machucou o dedo neguinha?
- Saia daqui José, saia daqui José.
- Espera. Deixa eu ver o seu dedo.
- Você não vai ver não.
José continuou insistindo para ver o dedo. Com isto ela ficou com mais raiva do que estava e o empurrou com força, por fim, ele caiu da cama, mas não perdeu tempo e falou zombando da cara dela:
- Nem para perder o dedo sua gorda.
Ela levantou-se, passou por ele que ainda estava ao chão e foi saindo do quarto:
- Você vai para onde?
- Eu vou embora.
Depois de uns dois minutos que ela saiu do quarto, José se levantou e foi ver se sua namorada realmente tinha ido embora, mas não deixou de pensar sobre ela:
- Mulher é um bicho presepe ira.
Foi para porta de casa e viu que ela estava na varanda, sentada no chão toda encolhida com uma cara de choro que já estava até cafungando o nariz. Como para ele mulher chorando era que nem o calcanhar de Aquilis, ele lhe pediu desculpa e apegou no colo levando-a para o quarto e terminando a briga em sexo.
Um tempo depois, ambos deitados na cama, como de costume deste casal, ela sempre ficando no meio do colchão e ele deitado de ladinho todo sem jeito no canto da parede, foi então que ela falou sussurrando em seu ouvido:
- Olha aí o meu dedo meu bem.
- Não.
...
Briga de namorados termina em...
Apertadinho nem sempre é bom
Uma simples garota “fofinha” estava entrando no ônibus lotado que iria te levar ao seu trabalho, quando um garoto de lá do fundo gritou:
- Motorista. Essa aí não da para passar não.
Muitas pessoas que estavam no ônibus deram risadas da gorda lhe deixando constrangida, mesmo assim ela continuou andando com uma cara que mais parecia um bicho.
Passando pelas pessoas empurrando-as mais do que tudo, escutou uns cochichos:
- É vem à gorda.
Não tendo mais como passar por causa do seu excesso de gordura, ela parou. Passou uns 10 minutos e a poltrona a sua frente ficou vaga, com sua ganância para que outra pessoa não ocupasse a poltrona, rapidamente sentou apertando um garoto magrinho contra a parede do ônibus. Sem olhar para ela, pensou:
- Que porra! Essa gorda vem sentar logo do meu lado.
Passou um tempo e ela ainda sentada ocupando o seu lugar e boa parte da sua bunda ocupando o espaço do garoto que estava espremido do seu lado, foi aí que o garoto resolveu descer do ônibus. Levantou-se e falou com ela:
- Vou descer no próximo ponto.
Falando de um jeito, tipo querendo perguntar se ela não iria lhe dar espaço para sua passagem, foi aí que ela também levantou e foi para o corredor apertando as pessoas que estavam por lá. Pois com seu grande volume de massa não tinha como ele passar, logo o garoto saiu e ela voltou a se sentar ficando a sós.
Uns 12 minutos depois, próximo ao seu destino a gorda levantou-se oi espremendo todos em sua volta, até que novamente gritaram de lá do fundo:
- É vem a gorda.
Todo deram risadas, uns até deram gaitadas e ela estando no meio do ônibus e não vendo quem falou, resmungou de cá.
- Palhaço!
Logo depois o ônibus deu uma brecada desequilibrando as pessoas que tentavam se segurar umas nas outras, com isto o mesmo rapaz falou zombando da gorda que estava mal morada:
- Calma motorista, calma motorista, quase me esmagaram aqui.
A gorda ficou mais nervosa do que estava, mas de sua boca não saiu nenhuma palavra, continuou andando em direção a porta do ônibus e puxou a sirene sempre olhando para o fundo, mas nem desconfiando quem seria.
O ônibus parou e ela desceu, mas tendo que escutar mais uma coisa.
- Vai para onde ____________?
(seu nome gordinha)
Vida de punheteiro
Estava tocando uma quando começou a lembrar de como tudo começou.
Tinha 14 anos, estava atrasado em relação aos garotos a quem conhecia, todos contavam o quanto era bom, uns já estavam até trepando e é claro que estes garotos faziam gozações com os amigos donzelos, ao chegarem em José perguntavam:
· Ô José, você já comeu alguém?
O garoto que nem nunca tinha batido uma punheta em intenção de uma mulher respondeu:
· Já! A minha prima.
Então continuavam a perguntar, todos desconfiados:
· E como foi?
José começou a ficar nervoso e respondia:
· Ah! Foi aqui em casa, ela estava de calcinha, só eu e ela, imaginei que ela queria me provocar, então tirei a roupa e agarrei ela.
Desta mesma forma ele contava a todos para que não descobrissem sua mentira, se perguntassem detalhes ele falava o que tinha escutado dos colegas mais velhos.
Um certo dia de tempo quente que começou tudo. Estava na casa de sua vizinha jogando vídeo game, quando olhou para ela que estava ao seu lado de vestido rosa, sentada com as pernas cruzadas quando seus olhos foram diretamente em sua calcinha branca de bichinhos que estava amostra, o tempo todo olhava para calcinha e começou a olha-la como mulher e não mais como amiga, olhava também para seus pequenos seios que estavam se desenvolvendo rapidamente; então resolveu ir para casa começar sua historia.
Já de pau duro foi para o banheiro, lá bolou a historia sobre sua vizinha, já na ponta dos pés, com as pernas dando cãibra de tão esticadas que estavam a alegria veio; depois disto não parou mais. Após um ano que já tinha comido as mulheres da sua cidade, todas na punheta, teve sua primeira relação sexual.
vida de instantes
Dois tolocos de bosta estavam conversando em plena privada, em ponto de serem sugados:
· Que fedor marronzinho.
· É mesmo neguinho, este cara esta ruim da barriga.
· Olha só, um amigo nosso vindo ai.
· É mesmo, o buraco está se abrindo.
· Rápido, rápido vamos para beirada.
· Pra mim não dá, vai você.
· Tlulululuc.
Um toloco de bosta caiu por cima do outro.
· Onde você está neguinho?
· Estou aqui marronzinho. O novato me atingiu me dividindo em dois.
· Foi mau neguinho, nem lhe reconheci.
· Besteira marronzinho, não precisa se preocupar, daqui apouco vamos ser sugados mesmo.
· E nós vamos para onde?
· Olha só neguinho, sua outra metade conversando com nós.
· É mesmo!
· Sim, mas vamos para onde mesmo?
· Eu acho que vamos para um rio ou sei lá, um esgoto.
· Neguinho e onde será que está o nosso amigo? Você sabe o nome dele?
· Meu nome é diarréia, mas me chamam de caganeira.
· Olhem para cima aquela coisa branca que vem e vai toda hora.
· O que é aquilo neguinho?
· Não sei marronzinho, mas deve está na hora.
· Na hora de que?
· Na hora de sermos sugados caganeira. Você não estava aqui quando falei sobre isso?
· Não. Eu ainda estava mergulhando.
· Olha só, luz, luz.
· Estamos salvos.
· Não meia-metade, vamos ser tragados agora. Foi bom ter conhecido vocês.
· Isso é um adeus neguinho? Nós vamos nos separar?
· Eu acho que sim meia-metade.
Tchooooooooo.
Na cama da mãe
Na espera ansiosa pelo seu namorado, ela escuta a sirene de sua casa tocar:
· É ele!
Dirigiu-se rapidamente a porta e abriu, com ele já fazendo perguntas:
· Seus pais estão em casa?
· Não.
De sua resposta nasceu um sorriso, mas com o complemento um desanimo profundo:
· Mas Pedro ta ai.
Fazer o que? Ali é que eles não iriam ficar. Desanimados entraram na casa e José perguntou fazendo sua graça:
· Seu irmão não tem o que fazer não é?
· Meu pai o deixou de vigia.
Ficaram os dois dando risadas e pensando como fazer. Ambos na sala ditos por eles que estavam assistindo televisão e o tal fulano passando para lá e para cá. Em fim por muito tempo ele se trancafiou no quarto, por isso a vontade crescia a cada momento e ficando cada vez mais incontrolável.
O tempo passou e Pedro pegou no sono, com José logo falando:
· Vamos.
· Mais aonde?
· Lá nos fundos.
· Não. Vamos ao quarto de minha mãe.
· Ta certa.
Em fim a sós, fazendo o que mais queriam. Quando a sirene tocou, Pedro acordou, o nervosismo subiu pra cabeça, com isto a bermuda não passava dos joelhos:
· Vamos pra onde?
· Para sala.
· Pedro esta por lá.
· Vamos para os fundos.
· Por onde?
· Pela janela.
Então pularam a janela ficando encurralados contra parede, pois as luzes estavam apagadas e o feroz cachorro de Pedro estava solto. Sem esperar, as luzes acenderam, era sua mãe olhando para eles e perguntando:
· O que foi?
Em seguida, assustados falaram:
· Am!
...
Para onde ir?
Estava sentado em frente do computado pensando para onde ir, quando de suas idéias fracassadas surgiu algo para fazer. Levantou-se de onde estava sentado, dirigiu-se a porta abrindo-a em seguida, olhou o movimento da rua e falou:
· Que porra! Não tem nada pra fazer.
Calou-se por dois minutos ainda olhando para rua, pensou:
· Vou para onde hoje? O que eu vou fazer?
Voltou para dentro de casa, ligou a tv e viu que não tinha nada de interessante na programação da tv. Agoniado estava, pois queria sair de sua rotina diária, saiu de frente da tv, deu duas voltas na sala e foi para o banheiro tomar banho para ver se relaxava. Passados três minutos que já estava no seu banho, o chuveiro começou a soltar faíscas e em seguida fumaçou, desligou o chuveiro, saiu rapidamente do banheiro sem nem ter terminado de tomar seu banho direito, colocou a roupa e saiu de casa resmungando:
· Que porra!
Estava andando para onde nem ele mesmo sabia, pegou o celular que estava em seu bolso e ligou para namorada:
· Alô!
· Quem é?
· É José. Sua mãe esta ai?
· É o que, que você quer com ela?
· Nada não.
· E ai.
· To indo ai.
· Ta certo.
· Tchau.
· Tchau.
Desligou o celular e foi para casa dela.
Chegando lá, perguntou:
· Fez o que hoje?
· Nada de mais, só assisti televisão o dia todo. E você?
· Estava o dia todo procurando o que fazer.
· Há.
· Vamos dar uma volta.
· Eu não quero, estou a fim de ficar em casa.
José olhou para ela retado e falou:
· Sua ranzinza.
· Seu ignorante.
· Tchau.
· Espera ai.
· Não.
· Então vá pra porra.
· Vá você.
Brigados estavam, brigados ficaram.
José saiu mais retado do que chegou e pensou:
· Vou para casa.
Chegando na sua casa, já era noite. No intuito de assistir tv, tentou ligar a luz e ela não acendeu.
· Porcaria queimada.
Em seguida tentou ligar a tv, também não dando resultado:
· Que porra. Hoje nada deu certo.
Calou-se e foi dormir irritado.